"Troca-troca" de secretários expõe crise politica no executivo em Ouro Preto.
Pasta da educação acumula 3 secretários em pouco mais de 1 ano de gestão.

CRISE POLÍTICA SEM FIM | A saída de mais um secretário municipal de educação de Ouro Preto revela uma crise profunda que tem ocorrido no executivo municipal na cidade de Ouro Preto. No início desse ano foi feito uma extensa reforma política/administrativa na tentativa de acomodar os interesses políticos e partidários para fortalecer o governo Ângelo Oswaldo que ainda não decolou. No entanto essas mudanças parecem não ter surtido efeito já que na última semana o secretário Renato Zoroastro foi exonerado e dará lugar a Débora Etrusco, a terceira gestora à frente da pasta da Educação em pouco mais de um ano de gestão.

Já no legislativo a insatisfação também se torna cotidiana, vereadores da base aliada ao prefeito reclamam da falta de diálogo e da falta de compromisso em responder requerimentos sobre diversas questões. Em sessão ordinária realizada essa semana o presidente da Câmara dos Vereadores Luiz Gonzaga demonstrou insatisfação com o governo Ângelo Oswaldo e fez duras críticas pela falta de diálogo com a Câmara dos Vereadores e afirmou que não aceitará ameaças de secretários quando colocar para discussão requerimentos da oposição, além de poder trancar a pauta se os requerimentos dos vereadores não forem respondidos pelo executivo.
Segundo parlamentares uma reunião está marcada para este sábado na casa do prefeito para tentar sanar as divergências e fortalecer a base de apoio de Ângelo Oswaldo na Câmara de Vereadores. A falta de harmonia e entendimento entre legislativo e executivo tem causado enormes prejuízos para a população de Ouro Preto a situação da educação está lamentável com várias escolas fechadas, faltando equipamentos e recursos básicos para qualidade de ensino na cidade.
Além disso uma grande insatisfação dos vereadores em relação ao setor de obras da cidade várias denúncias tem sido feitas em relações as empresas que não estão cumprindo prazos e não respondem a requerimentos dos órgãos responsáveis no município, além de não apresentarem cronogramas e planilhas das obras.
Redação | Jornal O Decolonial |




Comentários